Itália #5 – 3.° dia Completo

No terceiro dia era a felicidade, praticamente, total – faltava ver se a garrafa de vinho estava na mala e inteira. Já não precisávamos de ir ao centro da cidade, nem de comprar mais roupa. Com roupa interior lavadinha, calcei as minhas pantufas novas – lindas, made in China, que tenho calçadas
enquanto escrevo – e descemos para tomar o pequeno-almoço. A juntar ao que já não havia no dia anterior – i.e.um tipo de pão e um queijo amanteigado –, faltava um outro tipo de queijo de que também gostava muito – curado, maravilhoso – um tipo de mini croissants, uns pacotinhos de uma manteiga deliciosa – prealpi burro – e uma compota de alperce que andava a usar misturada com água, tipo xarope, para fazer uma espécie de sumo. Comemos do que havia, dopei-me com não sei quantos cafés expresso – que, entretanto, o empregado de mesa tinha entendido que gostava de ir bebendo antes, durante e depois do pequeno-almoço – e fomos à receção buscar as malas.
Chegados ao quarto, pude, finalmente, respirar de alívio. A garrafa estava lá, inteira!! Nesse dia, como andávamos a tratar da toda a situação da ida ao centro de NF em Manchester, o que incluía a Gala Solidária Cenoura na Calçada, ficámos no quarto, a processar e responder a e-mails. Saímos do quarto para almoçar, no restaurante do hotel e, em conformidade com as palavras do Abdu, realmente, a “escolha” lá era pouca! Até à hora do tratamento, continuámos a tratar da informação referente à Gala.
Aqui, importa-me contar um telefonema que recebemos, da Gabriela, a explicar e a pedir desculpa, por estar 15 minutos atrasada. Sim, um quarto de hora. Fomos avisados de que não valia a pena estar lá a horas, pois a disponibilidade da Doutora Gabriela, que nos avisou, na primeira pessoa, era só passados quinze minutos da hora marcada. Assim está bem! Depois da sessão de acupunctura, a de Sacrocraniana foi ainda mais especial. Eram cinco terapeutas! O Diego levou um quinto elemento.
Saímos, novamente nas nuvens, e executámos o que para nós, já era a rotina habitual – i.e. comprar água no Carrefour e ida ao Il Tavolino.
A Sofia comeu um tagliatelle com tomate e eu uma das melhores carnes da minha vida! Era um bife
absolutamente, repito, absolutamente, fantástico! Era só grelhado, tinha altura, talvez, de uma polegada, e quase não era preciso cortar. A recordação faz-me crescer água na boca!
P.S. Vou tentar acelerar, tenho muitas coisas para contar!

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