Ingresso na Web 2.0

E pronto, já estou no Facebook! Quando escrevi que estava por dias, há 4 dias, nunca pensei que os dias fossem tão poucos, muito menos que dia fosse a unidade usada – podia pelo menos ter sido semanas! Há um comentário no meu Facebook – que estranho escrever isto! – Da minha amiga Rolanda bem elucidativo da minha resistência à Web 2.0, o meu amigo Nuno Reis telefonou-me a perguntar se estava tudo bem e como é que me sentia. Enfim…

O que se passou, é que tomei consciência que o blog, sem a sinergia gerada com a ligação ao Facebook, perdia muito potencial, muita visibilidade. O objetivo deste blog, como qualquer um, é ser lido e, portanto, é preciso exposição. Achei que não me devia “dar ao luxo” de não usar o Facebook, nem de não regressar ao Twitter, que já tinha testado há uns anos, e tinha que ser já!

Achei que poderia perder uma oportunidade ao não criar condições de visibilidade ao blog, agora, que há muita gente a par da reportagem do passado domingo, na Revista 2 do Público. Este blog destina-se, essencialmente, a dar a conhecer as oportunidades e falta delas que uma pessoa como eu tem, mostrar que é possível e, sobretudo, tentar que passe a ser possível.

No que diz respeito, exatamente, a mim e à Sofia, este blog também terá uma função muitíssimo importante. Existiram várias pessoas a contatarem, no Facebook da Sofia, algumas nos comentários da reportagem, no site do Público, para o e-mail da jornalista Ana Cristina Pereira, para o e-mail geral do jornal e para o meu telefone – neste caso, pessoas que me conhecem – a pedir o NIB, para poder contribuir pecuniariamente – também houve outro tipo de ajuda e propostas, escreverei sobre isso noutro post. Não dei o NIB a ninguém, ainda! De facto, eu preciso de ajuda, é inegável!
Mesmo que o estado acabe por financiar o tratamento – é uma séria possibilidade –, existem outras necessidades. Por exemplo, apenas relacionadas com o tratamento em Manchester, a Sofia teria que ir comigo, uma vez que sozinho sou incapaz de ir – ia ser uma coisa gira de se ver. Emigração involuntária! Então, há viagens para duas pessoas – aí o estado não entra, ou na melhor das hipóteses dá trocados –, há alojamento para dois, alimentação para 2, transportes públicos para 2, enfim, tudo o que for necessário, para 2! Isto é o mais óbvio, que vem, imediatamente, à cabeça. Existe ainda a questão da remuneração que deixa de existir por falta justificada ao trabalho. E isto apenas para uma sequência de tratamentos – são feitos ao longo da vida, à medida das necessidades.

O que se passa é que quero receber ajuda, sim senhores, mas, da forma mais transparente possível. Quero clarificar, na medida do meu possível, tudo o que conseguir. Gostaria que se soubesse, exatamente, o que se passa, para que ninguém, rigorosamente ninguém, dê, o que quer que seja, equivocadamente.

Para isso, tentarei, durante este fim-de-semana, elaborar uma lista de necessidades/situações nas quais penso vir a ter constrangimentos e/ou impossibilidades financeiras. Depois, o plano é fazer uma campanha de financiamento coletivo, vulgarmente conhecido como crowdfunding. Terei, por exemplo, que ver a plataforma mais indicada, ou ainda, se não uso plataforma alguma e, simplesmente, divulgo o NIB e trato eu do que a plataforma trataria. Veremos!

Darei mais notícias em breve!
P.S.
Já agora, fica o link para a dita reportagem http://www.publico.pt/sociedade/noticia/um-tipo-todo-torto-que-insiste-em-ter-uma-vida-normal-1673713#

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3 thoughts on “Ingresso na Web 2.0

  1. Joana

    A vossa historia mexeu com muita gente, gente que não vos conhecia, mas que sente um carinho especial. Impossível não sentir…a tua força de seguir em frente, a força da Sofia em mostra ao mundo que o amor acontece quando menos se espera…
    Espero poder ajudar de alguma forma.
    Um beijinho aos dois.

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  2. Helder

    De facto, se tivesse eu lido o blog antes de ter falado contigo ontem, teria evitado metade das perguntas. Eheh! Ainda assim, e da mesma forma que to disse ontem, é muito importante para todos quantos querem colaborar nesta tua causa, que sintam esta transparência que queres passar, que sintam que, de facto, há um propósito, um grande propósito aliás.
    De WordPress não devo perceber nada (já lá vão os tempos gloriosos do blogger), ainda assim sabes que estamos aqui sempre prontos para o que for preciso…
    Até já!

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